Duas Caravanas, 12 jogos e um sábado que rendeu assunto para a semana inteira!

Se você acha que acompanhar seis jogos de futebol em um sábado já rende história, imagina acompanhar doze.

Pois foi exatamente isso que aconteceu no dia 24 de outubro.

A Taça Cidade de São Paulo colocou duas Caravanas na rua, e cada uma encontrou um tipo diferente de emoção.

No Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), na Vila Clementino, teve futebol masculino e feminino, oitavas, quartas e fase classificatória. No CE Tatuapé, o assunto era outro: as semifinais femininas e as tão desejadas vagas na final.

E olha que o sábado caprichou.

Teve goleiro defendendo dois pênaltis no mesmo tempo de jogo e ainda aparecendo de novo na decisão. Teve equipe que abriu 2 a 0, levou o empate e precisou buscar mais dois gols. Teve virada, expulsões, goleiro indo para a área tentar o empate e até duas semifinais decididas nos pênaltis.

Sem contar os golaços, claro.

Dois campos, 12 partidas e histórias que definitivamente não cabem só nos placares.

Então pega seu lanche, porque a resenha esportiva de hoje está grande.

Primeira parada: COTP, onde ninguém teve um sábado tranquilo

Grêmio Botafogo FC 6 x 0 Tossan FC | Sub-11 Masculino

O primeiro jogo da Caravana começou com o Grêmio Botafogo pressionando e o goleiro Alexandre Duarte, do Tossan, tentando resolver absolutamente tudo.

Ele fez boas defesas, saiu nos pés dos atacantes e segurou o empate enquanto conseguiu.

Mas, aos oito minutos, Antonio Santos recebeu um lançamento, se antecipou à saída do goleiro e tocou por cobertura.

1 a 0.

Pouco depois, Vinicius Godoy sofreu pênalti.

Foi cobrar.

Mandou para fora.

Só que o Botafogo não pareceu muito preocupado com a oportunidade perdida.

Brayan Santos ampliou após cruzamento de Luiz Cesar. Antonio apareceu novamente na área e fez seu segundo gol.

3 a 0 no intervalo.

Na volta, Lorenzo Jebrine, o Gebrini, resolveu que precisava deixar sua contribuição.

Recebeu na entrada da área e soltou uma bomba.

Depois veio Lucca Faria, aproveitando uma sobra de escanteio para marcar o quinto.

E, para encerrar, Guilherme Assis arrancou pela direita, bateu cruzado e viu a bola tocar na trave antes de entrar.

6 a 0.

Classificação do Grêmio Botafogo para as quartas de final.

Gebrini foi escolhido como destaque, mas Alexandre, goleiro do Tossan, também recebeu reconhecimento pelas defesas.

Porque, sim, dá para perder por seis gols e ainda assim fazer uma partida cheia de boas intervenções.

Associação Atlética Embuense – 0 (4) x (3) 0 – Novos Talentos | Sub-13 Masculino

Agora presta atenção nesse nome:

Davi.

Na verdade, presta atenção duas vezes.

Porque os dois goleiros dessa partida se chamavam Davi.

E os dois resolveram aparecer.

O Novos Talentos começou criando as melhores oportunidades. Aos nove minutos, o goleiro Davi Alves, do Embuense, cometeu pênalti.

Enrico foi para a cobrança.

Davi defendeu.

Até aí, tudo bem.

Só que, aos 18 minutos, o Novos Talentos ganhou outro pênalti.

Nicollas cobrou.

Davi defendeu de novo!

Dois pênaltis defendidos ainda no primeiro tempo.

E o goleiro não parou por aí.

Na segunda etapa, Davi continuou fazendo defesas importantes, incluindo oportunidades cara a cara.

Do outro lado, Davi Veríssimo, do Novos Talentos, também trabalhou bastante para manter o placar zerado.

Resultado?

0 a 0.

E adivinha?

Mais pênaltis.

Depois de cinco cobranças para cada lado, a disputa estava empatada em 3 a 3.

Vieram as alternadas.

Murilo, do Novos Talentos, cobrou.

E quem apareceu?

Davi Alves. De novo.

Defesa do goleiro do Embuense.

Na sequência, Henrique Soares converteu a cobrança decisiva.

4 a 3 nos pênaltis e Embuense classificado para a semifinal!

Três pênaltis defendidos pelo mesmo goleiro ao longo da partida e da disputa.

Se alguém perguntar quem foi o protagonista, acho que a gente já sabe a resposta.

EC Itaquerense 4 x 2 ACES / Votoraty | Sub-13 Masculino

Esse aqui é para quem acha que uma vantagem de dois gols significa tranquilidade.

O Itaquerense abriu o placar com Diego Furlaneto, de cabeça, após escanteio cobrado por Vitor Velasco.

No último lance do primeiro tempo, Murilo Pinheiro ampliou.

2 a 0.

Parecia um bom resultado para administrar no segundo tempo.

Mas o ACES tinha outros planos.

Mesmo depois da expulsão do técnico por reclamação, a equipe começou a reagir.

Enzo dos Santos aproveitou uma falha na saída do goleiro e diminuiu.

Poucos minutos depois, apareceu novamente para empatar.

2 a 2!

O jogo que parecia encaminhado estava completamente aberto.

E quase veio a virada.

Matheus Trajano precisou salvar uma finalização em cima da linha para impedir o terceiro gol do ACES.

Foi então que Canela cobrou uma falta lateral direto para o gol.

3 a 2 para o Itaquerense.

Nos acréscimos, Luiz Miguel ainda encontrou tempo para deixar um golaço.

Cortou para dentro, deixou o marcador no chão e finalizou colocado.

4 a 2.

Itaquerense classificado para as quartas de final.

E fica a pergunta: precisava fazer todo mundo passar por esse susto?

Associação Alfa Academy 1 x 0 EF Estudante Paulista | Sub-15 Masculino

Tem jogo que termina 1 a 0 e parece que não aconteceu muita coisa.

Esse definitivamente não foi um deles.

O Estudante Paulista entrou em campo com dez jogadores. Para completar a escalação, precisou colocar um goleiro reserva atuando na linha.

E quem ficou debaixo das traves?

Pedrão.

Guarda esse nome.

O Associação Alfa Academy dominou a posse de bola e criou várias oportunidades.

Fred chegou pela esquerda, finalizou, tentou de novo.

Mas Pedrão estava lá.

Defendeu cobrança de falta no canto, buscou chute de fora da área e ainda fez uma ponte daquelas para espalmar um cabeceio que tinha endereço certo.

O primeiro tempo terminou 0 a 0.

No segundo, a defesa do Estudante errou na saída de bola. Davi aproveitou e tocou para João Victor Pinho abrir o placar.

1 a 0 para o Alfa.

Só que Pedrão continuou trabalhando.

Fez mais defesas importantes, inclusive uma à queima-roupa.

E, quando chegou o último escanteio do jogo, resolveu abandonar a própria área.

Sim.

O goleiro foi tentar fazer o gol de empate.

A bola chegou a entrar, mas a arbitragem marcou falta no lance.

Fim de jogo.

Associação Alfa Academy classificado para as quartas.

E Pedrão, mesmo do lado derrotado, terminou como grande destaque da partida.

Porque o placar diz quem venceu, mas não conta sozinho quem deu trabalho.

Alfa Academy 4 x 1 AE Codó | Sub-15 Masculino

Aparentemente, o Alfa Academy ainda tinha muita coisa para resolver naquele sábado.

E o confronto contra o AE Codó começou com susto.

Igor acertou a trave para o Alfa, mas foi o Codó que abriu o placar.

Rian Samuel converteu um pênalti aos oito minutos.

1 a 0 para o Codó.

Só que o Alfa precisava de pouquíssimo tempo para mudar a história.

Aos 15 minutos, Rogério Ceni empatou após jogada construída com Breno.

Um minuto depois, Breno subiu mais alto que todo mundo e cabeceou para virar.

2 a 1.

E o primeiro tempo ainda não tinha acabado.

Breno aproveitou um erro na saída de bola e marcou o terceiro.

Logo depois, Vitor Akio recebeu uma bola ajeitada pelo companheiro e soltou uma bomba de fora da área.

4 a 1.

Quatro gols do Alfa ainda na primeira etapa.

A segunda foi bem menos tranquila do que o placar sugere.

Depois de uma confusão na área, Breno, do Alfa, e Felipe, do Codó, foram expulsos.

Mais tarde, Christofer também recebeu o segundo amarelo e deixou o Codó com outro jogador a menos.

No fim, o Alfa confirmou a classificação para as quartas.

E Breno, que participou diretamente de quatro gols, foi um dos nomes da partida.

Fez dois, ajudou em outro e ainda acabou expulso.

Um sábado bastante movimentado para uma pessoa só.

AD Centro Olímpico 4 x 1 Referência FC SAF | Sub-17 Feminino Federadas

Para fechar a primeira Caravana, as meninas do Centro Olímpico e do Referência entraram em campo pela fase classificatória.

E o Centro Olímpico começou mostrando que gostava de construir as jogadas desde a goleira.

Aos três minutos, Laura lançou nas costas da defesa e Caetano apareceu para abrir o placar.

1 a 0.

Mas o Referência também sabia pressionar a saída de bola.

Rafaela recuperou a posse perto da área, finalizou e contou com um desvio para encobrir a goleira.

1 a 1.

Aos 20 minutos, Pavez cobrou uma falta.

A bola tocou na trave.

E entrou.

2 a 1 para o Centro Olímpico.

Na segunda etapa, o Referência continuou tentando recuperar bolas no campo ofensivo, mas teve dificuldades para transformar as oportunidades em gols.

Enquanto isso, Sodré entrou e ajudou a mudar o ritmo do ataque do Centro Olímpico.

Foi dela o lançamento para Luíza marcar o terceiro.

Pouco depois, Blanca apareceu na segunda trave para cabecear após escanteio.

4 a 1.

A goleira Ana Júlia ainda fez boas defesas para impedir que a diferença aumentasse.

Vitória do Centro Olímpico, com Sodré apontada como destaque da partida.

E assim terminou a primeira Caravana.

Só que, do outro lado da cidade, ainda tinha muita coisa acontecendo.

Segunda parada: CE Tatuapé, onde o assunto era chegar à final

Se no COTP a competição passava por diferentes fases, no CE Tatuapé a conversa estava bem mais específica.

Quem vai disputar o título?

As seis semifinais femininas das categorias Sub-13, Sub-15 e Sub-17 colocaram essa pergunta à prova.

E ninguém respondeu sem antes render uma boa história.

AD Centro Olímpico 2 (3) x (1) 2 Helenense F.C. | Sub-13

O Helenense aparentemente decidiu que não tinha tempo para apresentações.

Com menos de três minutos, Dudinha cobrou uma falta por cobertura e marcou um golaço.

1 a 0.

O Centro Olímpico foi se encontrando na partida e, aos 14 minutos, Sophia Barreto aproveitou uma bola parada para empatar.

Só que a história não parou aí.

Pouco depois, Luiza de Assis fez uma jogada rápida, sofreu pênalti e assumiu a cobrança.

Bateu forte.

Virou.

2 a 1 para o Centro Olímpico.

O intervalo chegou, mas o Helenense ainda tinha muito assunto para resolver.

Na volta, a equipe pressionou e, após uma cobrança de escanteio, conseguiu o empate em 2 a 2.

E aí começou aquele sofrimento coletivo.

O Helenense cresceu na partida, criou oportunidades, enquanto o Centro Olímpico tentava segurar o resultado. Luiza de Assis ainda precisou deixar o campo após sentir uma lesão.

Ninguém conseguiu marcar novamente.

Pênaltis.

Nas cobranças, o Centro Olímpico fez três gols. Do outro lado, o Helenense desperdiçou oportunidades, até que Alice acertou o travessão.

Fim da disputa.

Centro Olímpico classificado para a final do Sub-13!

E pensar que tudo começou com um golaço aos três minutos.

Helenense F.C. 0 x 2 PS9 – JUG | Sub-17

O Helenense voltou ao campo para outra semifinal, agora no Sub-17, contra o PS9 – JUG.

E esse jogo começou daquele jeito que a gente conhece:

ninguém queria cometer o primeiro erro.

Muito jogo no meio-campo, lançamentos longos e dificuldade para finalizar.

Enquanto isso, Luçandra, goleira do Helenense, estava trabalhando.

E trabalhando muito bem.

Defesa daqui, defesa dali…

Até que, aos 23 minutos, uma saída de bola acabou dando a oportunidade que o PS9 precisava.

Maria Gabriela, a Lino, pressionou, recuperou a bola e abriu o placar.

1 a 0 para o PS9.

No segundo tempo, a equipe voltou mais forte e passou a criar mais oportunidades.

Até que veio um cruzamento para a área.

A bola passou pela goleira após uma tentativa de defesa e sobrou para Caroline Alves.

Carol não desperdiçou.

2 a 0.

E foi assim que o PS9 – JUG garantiu sua vaga na final do Sub-17.

Depois de um primeiro tempo complicado, duas oportunidades bem aproveitadas fizeram toda a diferença.

Em Busca de Uma Estrela 2 x 1 Meninas em Campo | Sub-15

Amiga, esse aqui começou sem pedir licença.

Logo aos cinco minutos, Vitória Gabrielly, a Sorriso, disparou em contra-ataque, ficou cara a cara com a goleira e mandou no cantinho.

1 a 0 para o Meninas em Campo.

O Em Busca de Uma Estrela precisou correr atrás.

E correu.

A equipe passou a pressionar, chegou a balançar a rede em um lance anulado por impedimento e continuou insistindo.

Até que Alice Carvalho recebeu uma bola cruzada na área e acertou um chute fortíssimo.

Golaço.

1 a 1.

Tudo igual antes do intervalo.

Na segunda etapa, a disputa ficou ainda mais intensa. Cada espaço era brigado, cada oportunidade precisava ser aproveitada.

Até que aconteceu um choque dentro da área.

O árbitro marcou pênalti para o Em Busca de Uma Estrela.

E, olha, teve reclamação.

O lance gerou muita discussão, mas Amanda Carrijo tinha uma tarefa pela frente.

Foi para a bola.

Cobrou.

Gol da virada!

2 a 1.

O Meninas em Campo ainda tentou reagir, mas o Em Busca de Uma Estrela segurou a vantagem até o apito final.

Virada e vaga na final do Sub-15.

Começou perdendo, buscou o empate e terminou comemorando a classificação.

Tiger Academia de Futebol 0 (3) x (4) 0 Referência F.C. | Sub-13

Agora imagina uma semifinal em que as duas equipes estão tão concentradas em não dar espaço que ninguém consegue marcar.

Foi assim durante boa parte do confronto entre Tiger e Referência.

O primeiro tempo passou com muita disputa no meio-campo, marcação forte e poucas oportunidades claras.

Na segunda etapa, o Referência começou a encontrar mais espaços, principalmente com Rafaele Victor, a Rafa, chamando a responsabilidade no ataque.

A equipe chegou até a acertar a trave.

O Tiger também respondeu, com Isabelly e Roberta buscando oportunidades.

Mas tinha um detalhe curioso nessa história.

As duas goleiras se chamavam Catarina.

E as duas estavam decididas a não deixar ninguém estragar o 0 a 0.

Defesa de um lado.

Defesa do outro.

Fim do tempo normal.

Pênaltis. De novo.

As equipes foram convertendo suas cobranças até que a disputa começou a ficar dramática.

Catarina, do Referência, defendeu uma cobrança do Tiger.

Depois, Rafa marcou para o Referência.

E a última tentativa do Tiger foi para fora.

4 a 3 nos pênaltis!

Referência classificado para enfrentar o Centro Olímpico na final do Sub-13.

Duas semifinais da categoria.

Duas decisões por pênaltis.

Aparentemente, o Sub-13 feminino decidiu testar o coração de todo mundo.

Tiger Academia de Futebol 3 x 0 Em Busca de Uma Estrela | Sub-17

O Tiger voltou a campo, agora pelo Sub-17, para enfrentar o Em Busca de Uma Estrela.

E, dessa vez, o roteiro foi diferente.

O começo foi equilibrado, com as duas equipes disputando espaço e tentando construir suas jogadas.

Até que, aos 22 minutos, o Tiger ganhou uma falta.

Bola levantada na área.

Mikaela dos Santos se antecipou à marcação.

Cabeceou.

Gol!

1 a 0.

Na segunda etapa, o Tiger continuou buscando oportunidades.

E Laura Santos resolveu aparecer.

Depois de uma jogada rápida, a goleira conseguiu defender a primeira finalização, mas a bola sobrou.

Laura estava lá.

2 a 0.

Só que ainda faltava mais um capítulo.

Já na reta final, Laura sofreu pênalti.

Maria Eduarda, a Duda, assumiu a cobrança e converteu.

3 a 0.

Dessa vez, o Tiger não precisou de disputa por pênaltis para comemorar.

Vitória e classificação para a final do Sub-17!

EC Praia Grande 0 x 3 Tiger Academia de Futebol | Sub-15

E o último jogo da Caravana começou com pressa.

Muita pressa.

Com menos de dois minutos, Heloísa Lopes recebeu a bola na entrada da área e acertou um chute colocado no canto.

1 a 0 para o Tiger.

O Praia Grande tentou responder, inclusive em uma cobrança de falta perigosa de Sofia, mas a goleira Beatriz Miranda apareceu para defender.

A partida ficou mais disputada, com muitas interrupções, e o primeiro tempo terminou com a vantagem mínima do Tiger.

Na volta do intervalo, Emanuela Campos aproveitou uma oportunidade dentro da área e ampliou.

2 a 0.

Mas segura essa.

Pouco depois, Emanuela sofreu pênalti.

Ela mesma foi para a cobrança.

Bateu rasteiro.

E Pâmela, goleira do Praia Grande, fez uma grande defesa!

Sim, mesmo com o placar desfavorável, a goleira apareceu para impedir o terceiro.

Só que o Tiger ainda encontraria mais uma oportunidade.

Na reta final, Heloísa cobrou uma falta lateral e Beatriz Moura apareceu na área para cabecear.

3 a 0.

Fim de jogo, com mais uma vitória do Tiger.

E agora dá para entender o tamanho da comemoração: o Tiger garantiu presença em duas finais, no Sub-15 e no Sub-17!

Do COTP ao Tatuapé: um sábado inteiro de histórias

Vamos combinar uma coisa?

Se alguém tivesse acompanhado apenas os resultados desse sábado, teria perdido boa parte da diversão.

No COTP, o Grêmio Botafogo marcou seis gols, mas o Tossan ainda teve um goleiro fazendo grandes defesas. O Embuense viu Davi defender três pênaltis e garantir uma classificação daquelas. O Itaquerense precisou reagir depois de deixar escapar uma vantagem de dois gols. E o Estudante Paulista, mesmo derrotado, teve em Pedrão um dos personagens mais marcantes do dia.

No Tatuapé, a história era sobre chegar às finais.

O Sub-13 feminino teve duas decisões por pênaltis. O Em Busca de Uma Estrela conquistou uma virada no Sub-15. E o Tiger Academia de Futebol conseguiu um feito especial: duas equipes classificadas para disputar o título, uma no Sub-15 e outra no Sub-17.

Agora, as finais femininas estão definidas:

  • Sub-13: AD Centro Olímpico x Referência F.C.
  • Sub-15: Em Busca de Uma Estrela x Tiger Academia de Futebol
  • Sub-17: PS9 – JUG x Tiger Academia de Futebol

Foram 12 partidas, duas Caravanas e muitos protagonistas. Teve quem marcou, quem defendeu, quem virou o jogo, quem segurou o resultado e quem saiu de campo sabendo que ainda terá outra chance de disputar o título.

E sabe o que é mais legal?

Enquanto algumas equipes comemoravam a classificação para as quartas ou semifinais, outras já estavam garantindo seus lugares nas grandes finais. Tudo acontecendo no mesmo sábado, em diferentes campos de São Paulo.

É assim que a Taça Cidade de São Paulo vai construindo sua história: com jogos que movimentam a cidade, revelam talentos e transformam cada rodada em uma experiência para atletas, equipes, famílias e torcedores.

A tabela registra os resultados. A Caravana conta tudo o que aconteceu até chegar neles.

E, depois de um sábado desses, assunto é o que não falta.